Mostrando postagens com marcador fran. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador fran. Mostrar todas as postagens

sábado, 24 de janeiro de 2015

Sublime Amor

Por toda minha vida não imaginei que pudesse existir um amor tão grande assim...
Nunca imaginei que alguma vez eu pudesse senti-lo... Pois quando o senti tive uma única certeza: Sim, Ele existe, e ultrapassa qualquer razão que o mundo poderia inventar.
Passei por esta incrível experiência, de poder provar deste amor,
Tão sublime, tão perfeito, que algo diferente aconteceu aqui, dentro do peito.
Muitas vezes eu pensei: Por quê demorei tanto tempo para provar um pouco desse amor?
Por tanto tempo, vivi esta dor: A falta deste incrível e sublime amor!
Mas hoje sei, que não importa o tempo ou a distância, a altura e nem a profundidade,
O que realmente importa é a Verdade, a incrível Verdade deste amor, que ultrapassa a ciência e tudo o que há, somente para nos salvar!

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Manutenção

Um escritório. Um recinto um tanto quanto banal para se trabalhar, principalmente ao som do ventilador a soprar em direção a sua mesa. Foi assim que começou o meu dia de trabalho. Estava sossegada em minha mesa, redigindo uma reportagem, quando de repente escuto um estrondo ensurdecedor do outro lado da porta. O som foi tão alto que conseguiu ultrapassar o som de meu velho ventilador, que roncava como um motor de fusca.
— Ah! O que será desta vez? Mal começa o dia e já tem alguém na porta para me aborrecer. Deixe-me ver quem está batendo na porta. — falei num tom irado.
— Olá. Bom-dia, senhorita. Desculpe-me pelo barulhinho, é que derrubei minha maleta. — disse um rapaz alto e magricela, que carregava uma maleta de ferramentas.
— Não foi nada. Acredita que mal percebi o som? Mas no que posso ajudá-lo? — disse eu, ironicamente.
— O seu chefe pediu para eu vir buscar seus computadores para a manutenção. — respondeu o rapaz invadindo a sala e se dirigindo em direção aos dois computadores que estavam em minha mesa. — Nossa! Fiz bem mesmo em vir... Estão com uma aparência lastimável!
Não bastava começar o dia de trabalho com este tumulto em minha sala, tinha também que vir um técnico em T.I super folgado para levar embora os meus computadores! Os meus lindos computadores, meus companheiros de batalha. Tudo bem que eles funcionavam a base de socos e quando um ligava, o outro desligava, mas eu dava conta do recado.

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Quão Pequeno Sou

Julgo-me miserável! De amor, simplicidade e caridade. Sou um ser humano em contínua construção!
Vejo-me como um símplice pecador em busca de algo que satisfaça meu viver,
Meu sentido, meu rumo e minha maneira de ser.
Posso não ser o melhor ser humano desta Terra... Ah, que pretensão! Por certo, não sou e jamais serei!
Se alguém nesta vida insiste em ser o melhor, pobre alma, dos males lhe restará o pior.
No ressoar das cordas de um violão, nas teclas alvinegras do piano, posso ouvir na doce melodia de uma canção, o Seu lindo e sublime amor!
Na música, na Terra e em tudo o que há, o Seu amor, ali também está!
O sentido que eu tanto ansiava, meu coração a palpitar encontrou,
Minha vida, meu ser, o meu serviço e viver, estou a Lhe entregar para os frutos produzir, tão puros e verdadeiros como as águas de um rio a fluir.
Como posso julgar-me superior à algo ou alguém? Nem na Terra, muito menos no além!
Dos seres humanos sou o menor, tão pequeno, tão minúsculo, sou como um cisco de pó.
Mesmo eu sendo um mísero ser humano, minha esperança está Naquele que tremendo É, maior que a Terra, o Sol e as estrelas,
Maior que o universo... Ele é o Infinito, o que não se pode medir...
Ah, quão pequeno sou, na imensidão do Seu amor!

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Faltam Dez Minutos

Era uma tarde ensolarada de segunda-feira e o calor queimava os neurônios de quem se esforçasse um pouco mais para pensar em algo relativamente interessante para fazer. Foi o que Melissa tentou fazer, mas não conseguiu pensar em nada produtivo. Melissa era uma jovem que acabara de se formar em seu curso universitário, e estava rodando e navegando meio mundo em busca de um emprego que realmente valesse a pena. Nessas andanças entre um site ou outro em busca de tal emprego, ela resolveu dar uma olhadinha em suas mensagens do Facebook e viu uma, em particular, de seu amigo Nelson, que nesta hora estava em seu trabalho desenvolvendo páginas web para empresas.
— Olá, Nelson!
— Olá, Mel.
— Alguma novidade? — perguntou Melissa, em um tom entediado.
— Sim.
— Sério? E o que é?
— Faltam apenas dez minutos para eu sair do trabalho, voltar para a minha casa e relaxar! — escreveu Nelson no chat, com o capslock ligado em sinal de desespero.

domingo, 18 de janeiro de 2015

Palavras

Palavras... Houve um tempo em que eu acreditava nelas.
Palavras que alegram, que nos trazem felicidade, que nos dão esperança.
Que nos deixam na expectativa de um novo horizonte, que nos prendem a atenção.
Que são cheias, outras nem tanto.
Que iludem, que ferem, que perfuram nossas almas.
Não sei exatamente se devo voltar a acreditar nelas, mas a única certeza que tenho é que Quem inspira e guia minha vida e meu ser não são meras palavras jogadas ao vento como essas tantas que já ouvi, continuo ouvindo e continuarei a ouvir.
Mas o que me direciona e me dá uma nova chance todos os dias para levantar e continuar a labutar é a Palavra...
Nesta continuarei a acreditar, e por quanto tempo?
Posso afirmar: Por todo o meu viver.